It’s a long long long long way…

Não sei: foi um entrevistado, um amigo, um parente, um namorado. Alguém estava conversando comigo há muitos meses  sobre remédios antidepressivos (ou será que eu li em uma coluna de jornal?). Essa pessoa disse assim, que todo mundo estava querendo tanto remédio que era como se não quisesse mais a vida. Ela explicava: a vida que dói, a vida das surpresas, a vida das oscilações de humor, a vida das cagadas e da culpa. We’re not that strong, my lord.

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